segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PUREZA


 
Pureza espiritual é um conceito amplo que pode ser definido como uma opção de vida ou de conduta ética, moral, espiritual, social, sexual, gastronômica, humana.
Para o Cristianismo a pureza é referida como uma necessidade para a realização plena de uma vida em comunhão com Deus. Várias são as passagens da Bíblia que recorrem à idéia de pureza, seja do coração, das intenções, dos pensamentos, da vida em sociedade. Herança direta da educação asceta orientada pelos essênios a Cristo, durante os anos de iniciação espiritual do Messias.
  • Passagens da Bíblia:
  • Em Salmos 24:3-4: Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.
  • Em Tito 1:15: Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas.
Na filosofia grega pré-socrática, Parmênides, um dos fundadores da Escola eleática, foi o primeiro a enunciar a necessidade de princípios intelectuais puros na condução do pensamento e do poder mental, imprescindíveis para a interação com o Uno ou Imóvel ou O Ser; Sócrates, com a busca por um ascetismo intelectual e pela enunciação do Conhece-te a ti mesmo, conhece a tua Alma. Platão herdou de seu mestre Sócrates o conceito de Verdade e sobre ele elaborou uma filosofia idealista alicerçada na conduta ética da sociedade, a qual, governada por filósofos, seria por ela orientada e com isso o Bem seria atingido em detrimento das Trevas, metaforizada no mito da caverna, segundo o qual a condição humana é de obscuridade. O estoicismo helenístico pregava uma vida asceta ou estoica, caracterizada pela interiorização e relação íntima com os ditames da Natureza ou Divindade, livre de paixões, desejos, ansiedades pessoais. O Budismo aproxima-se desse conceito quando critica o personalismo das ações humanas ou o Ego agente, que estariam na raiz do karma; igualmente o Nirvana é um estado de pureza espiritual, ocasionado pelas práticas ascéticas e pela meditação.

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Eu fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar, e cantar, e cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz.
Ah, meu Deus! Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!
E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão?
Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo,
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo,
Há quem fale que é um divino mistério profundo,
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor.
Você diz que é luta e prazer,
Ele diz que a vida é viver,
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer.
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé,
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser,
Sempre desejada por mais que esteja errada,
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte,
E a pergunta roda, e a cabeça agita.
Fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
É a vida! É bonita e é bonita!


(Gonzaguinha- Música O que é, o que é?)

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O Guru é aquele que nao interfere dirétamente nas causas.
 Ele sempre estar por perto para o auxilio precioso.
Discretamente,sutilmente sem fazer alarde.
Ele nunca obriga alguém a fazer alguma coisa.
O Guru nao desiste nunca de ajudar os mais nessecitado.
Ele gosta da pureza provinda do coraçao.



cena do filme a princesinha,em que a menina se liberta dos sentimentos de inveja,despeito e arrogancia.derrubando o orgulho. indo de encontro a princesinha,num gesto de humildade e pureza investe em um abraço fraternal com isso selando todo sentimento negativo,e dando espaço para a felicidade pura e verdadeira.



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domingo, 25 de janeiro de 2015

CADA UM É GRANDE EM SEU PRÓPIO MEIO



SANNYASI


Se um homem se isola do mundo para adorar a Deus, não deve pensar que aqueles que ali vivem e agem não estão adorando a Deus. Nem os que vivem no mundo dedicados às suas esposas e filhos devem pensar que os que o abandonaram sejam desprezíveis e vagabundos. Cada um é grande em seu meio. Ilustrarei este pensamento com um conto.

Certo rei costumava formular esta pergunta aos sannyiasins que chegavam ao seu país: “Qual é o homem de maior mérito: o que abandona o mundo e se torna sannyasin ou o que vive no mundo e cumpre os seus deveres de chefe de família?”


 Muitos sábios tinham pensado em resolver este problema. Uns asseguravam que o sannyasin era o de maior mérito; porém o rei lhe pedia que provassem esta afirmação. 


Quando não conseguiam fazê-lo, ordenava-lhes a se tornarem chefes de família. 

Outros diziam: “O chefe de família que cumpre seus deveres, é o homem meritório por excelência”. Ao que o rei respondia pedindo provas. Quando não podiam dar-lhes, ordenava-lhes que fossem chefes de família.


Chegou por último um jovem sannyasin a quem o rei dirigiu a mesma pergunta. “Cada um, oh! rei, é grande em seu próprio meio”. Prova-o, disse o rei. “Provar-vos-ei”, respondeu o sannyasin, “porém primeiro deveis vir viver comigo durante alguns dias para que eu possa prová-lo”. O rei consentiu e seguiu o sannyasin fora de seu território. Atravessaram muitos países, até chegarem a um grande reino em cuja capital se realizava uma solene cerimonia. O rei e o sannyasin ouviram o ruído dos tambores e das músicas, e também dos discursos;


O povo estava reunido nas ruas enfeitadas de flores. O rei e o sannyasin pararam para ver e ouvir o que se passava. O pregador proclamava em alta voz que a princesa, filha do rei daquele país, estava ali para escolher esposo entre os que aparecessem diante dela.

Era um antigo costume da Índia que as damas escolhessem esposo desta maneira; cada uma tinha uma ideia sobre a classe de homem que ela desejava para marido: umas preferiam o mais rico, e assim sucessivamente. Os príncipes dos países vizinhos se apresentavam ante ela com suas mais luxuosas vestes. As vezes também se serviam de pregadores que apregoavam suas qualidades e as razões que os levavam a alimentar a esperança de ser os preferidos. 

A princesa era conduzida em seu trono de um lado a outro, com grande pompa. Olhava os admiradores, ouvia suas declarações e se não lhe agradavam, dizia: “Adiante”, esquecendo-se por completo dos pretendentes desprezados. Se, pelo contrário, algum lhe agradava, atirava sobre ele uma coroa de flores, e casavam-se.
A princesa do país no qual o nosso rei e sannyasin tinham chegado, celebrava uma dessas interessantes cerimonias.
 
 Era a princesa mais bela do mundo, e seu esposo governaria seu reino depois da morte de seu pai. O gosto da princesa era casar-se com o mais formoso, porém não encontrava nenhum que a agradasse. Várias vezes já esta cerimônia havia se realizado, porém a princesa não escolhera o esposo. Esta reunião era a mais bela de todas, e a mais concorrida. A princesa surgiu em seu trono, conduzida pelos seus cortesãos. Parecia não olhar para ninguém, e todos começaram a ficar descontentes. Neste momento chegou um jovem, um sannyasin, belo como o sol descendo à terra, e colocou-se num recanto para observar o que estava acontecendo.

O trono com a princesa foi levado até ele, e logo que ela o viu, parou e atirou-lhe a grinalda sobre o peito. 

O jovem sannyasin devolveu-a, dizendo: “Que absurdo é este? Eu sou um sannyasin. A mim que me importa o matrimônio?” O rei pensou que aquele homem fosse pobre e por esse motivo não se atrevia a casar-se com a princesa, e então lhe disse: “Com minha filha te entrego metade do meu reino agora, e o resto depois de minha morte, e pôs novamente a grinalda na cabeça do sannyasin.


 O jovem a devolveu de novo, dizendo: “É, um absurdo. Não preciso casar-me”.



 E seguiu rapidamente o seu caminho. Mas a princesa, que se tinha enamorado profundamente daquele jovem, disse:


 “Se não me casar com ele, morrerei”, e foi-lhe ao encalço.
Então o nosso sannyasin disse ao rei: “Rei, sigamos este par”, e caminharam atrás dele uma distância regular. 


 O jovem sannyasin que havia recusado casar-se, internou-se mato a dentro algumas milhas. Chegou então a um bosque, onde penetrou seguido da princesa, e ambos, por sua vez, eram seguidos pelos outros dois personagens. Mas o cobiçado sannyasin conhecia muito bem o bosque com suas intrincadas sendas, de modo que logo desapareceu, sem que a princesa pudesse descobri-lo. 


Depois de procurá-lo em vão, durante muito tempo, sentou-se sob uma árvore e começou a chorar, pois não sabia como sair do bosque. 
 
 Neste momento nosso rei e o sannyasin se aproximaram e lhe disseram: “Não choreis; ensinar-vos-emos o caminho para sair daqui, porém a esta hora já está muito escuro. Ali está uma árvore frondosa, descansemos sob sua copa, que pela manhã partiremos cedo e vos mostraremos o caminho”.
 
Naquela árvore morava um passarinho com sua companheira e seus filhinhos. O passarinho olhou para baixo, e ao ver os estrangeiros, disse à sua esposa: “Que faremos, querida? Há três hóspedes em casa; faz frio e não temos fogo”. Começou a voar e conseguiu um pequeno tição de fogo; levou-o no bico e deixou-o cair entre os hóspedes que lhe ajuntaram lenha e puderam acender bom fogo. Porém o passarinho não estava satisfeito. De novo disse à sua esposa: “Que faremos, querida? Estas pessoas têm fome e não temos alimentos. Somos donos da casa; nosso dever é dar alimento a todos os que chegam à nossa porta. Devo fazer o que possa, e lhes darei meu corpo”. Dito isto, lançou-se em meio do fogo e pereceu. Os hóspedes o viram cair e trataram de salvá-lo, porém não houve tempo.
 
A companheira do passarinho viu o que seu esposo havia feito e disse: “Aqui há três pessoas, e elas só têm um pássaro para comer. Não é bastante; meu dever, como esposa, é não deixar que tenham sido vãos os esforços de meu esposo. Que os hóspedes disponham de meu corpo também!” E atirou-se à chama, que a queimou.
 
Então os três filhotinhos, ao verem que ainda não era suficiente o alimento para os três hóspedes, disseram: “Nossos pais fizeram o que puderam e todavia não basta. Nosso dever é continuar sua obra. Que vão nossos corpos também!” E se atiraram igualmente ao fogo 



 Assombrados com o que viram, os personagens não puderam, como é lógico, comer aqueles pássaros.
 Passaram a noite sem comer, e de manhã o rei e o sannyasin indicaram o caminho à princesa, que regressou para a casa de seu pai.
 http://www.shri-yoga-devi.org/Blog/imagens/ascetics-vanaprasthas_l.jpg
Então o sannyasin disse ao rei: “Rei, vistes como cada um é grande em seu próprio meio. Se quiserdes viver no mundo, vivei como aqueles pássaros, disposto a qualquer momento a vos sacrificardes pelos outros. Se quiserdes renunciar a ele, sede como aquele jovem, para quem a mais formosa mulher e um reino nada significaram. Se quiserdes ser um chefe de família, fazei com que vossa vida seja um sacrifício pelos demais. Se escolherdes a vida da renúncia, não olheis a beleza nem o dinheiro, nem o poder. Cada um é grande em seu próprio meio; porém o dever de um não é o dever do outro”.



VIVEKANANDA


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

DESTINO?????????????PRE???????DESTINO



OSHO
Liberdade x prisão bonita




Não chame de incerteza - chame de assombro.

Não chame de insegurança - chame de liberdade .



        Não estou aqui para lhe dar algum dogma - o dogma faz com que você tenha certeza. Não estou aqui para dar a você nenhuma promessa para o futuro - nenhuma promessa para o futuro transmite segurança. Estou aqui simplesmente para deixá-lo alerta e consciente - isto é, para ficar aqui agora, com toda incerteza que existe na vida.

        Sei que você veio em busca de certeza, de alguma doutrina, algum "ismo", algum lugar ao qual pertencer, alguém em quem confiar. Você está aqui por causa do medo que sente. Está procurando uma espécie de PRISÃO BONITA - de forma que possa viver sem nenhuma consciência.

        Eu gostaria de fazer com que você se sentisse ainda mais inseguro, mais incerto - porque é assim que a vida é, é assim que Deus é. Quando há mais insegurança e mais perigo, o único jeito de reagir a isso é apelar para a consciência.

        São duas as possibilidades. Ou você fecha os olhos e passa a ser dogmático, vira cristão, hindu ou mulçumano... e aí fica como se fosse um avestruz. Isso não muda a vida; é simplesmente fechar os olhos. Simplesmente faz de você um estúpido, alguém sem inteligência. E nessa sua falta de inteligência, você se sente seguro - todo idiota se sente seguro. Na verdade, só os idiotas se sentem seguros. O homem que está verdadeiramente vivo sempre se sentirá inseguro. Que segurança pode existir?

        A vida não é um processo mecânico; não pode ser predeterminada. Ela é um mistério imprevisível. Ninguém sabe o que acontecerá em seguida. Nem Deus, que você acha que mora em algum lugar no sétimo céu; nem mesmo ele - se estiver lá -, nem ele sabe o que vai acontecer!...porque, se ele sabe o vai acontecer, então a vida é só tapeação, tudo é escrito de antemão, é determinado de antemão. Como ele pode saber o que vai acontecer se o futuro está em aberto? Se Deus sabe o que vai acontecer daqui a pouco, então a vida é só um processo mecânico, morto. Então não existe liberdade, e como pode existir vida sem liberdade?

        Então não há possibilidade de crescer ou não crescer. Se tudo é predestinado, não existe glória nem grandeza. Você é apenas um robô.

        Não, nada é seguro. Essa é a minha mensagem. Nada pode ser seguro, porque uma vida segura seria pior do que a morte. Nada é certo. A vida é cheia de incertezas, cheia de surpresas - é aí que está a beleza dela! Você nunca chegará ao ponto em que poderá dizer, "Agora estou certo disso." Quando disser que está certo de alguma coisa, estará simplesmente declarando a própria morte; terá se suicidado.


        A vida continua em marcha, com mil e uma incertezas. É aí que está a liberdade dela. Não chame a isso de insegurança.

        Eu posso entender por que a mente chama a liberdade de "insegurança"...Você já ficou preso numa cela por alguns meses ou anos? Se já ficou numa cela por alguns anos, você sabe que, no dia de ser solto, o prisioneiro começa a sentir uma incerteza quanto ao futuro. Tudo era garantido na cela; tudo não passava de pura rotina. Ele tinha comida,
tinha proteção, não tinha medo de ficar com fome no dia seguinte e de não haver comida - nada disso, tudo era certo. Agora, de repente, depois de muitos anos, o carcereiro vem e diz: "Agora você vai ser solto." Ele começa a tremer. Fora dos muros da prisão, mais uma vez haverá incertezas; mais uma vez ele terá que buscar, procurar; mais uma vez terá que viver em liberdade.

        A liberdade dá medo. As pessoas falam sobre a liberdade, mas elas têm medo. E um homem não é homem ainda se ele tem medo da liberdade. Dou a vocês liberdade: não dou segurança. Dou a vocês entendimento; não dou conhecimento. O conhecimento lhes traz certezas. Se posso dar a você a fórmula, uma fórmula pronta, de que existe um Deus, existe um Espírito Santo e existe um único filho bem-amado, Jesus; existe um inferno e um céu e existem as boas ações e as más ações; cometa um pecado e você irá para o inferno, pratique o que eu chamo de atos virtuosos e você irá para o céu - acabou!-, então você tem certezas. É por isso que tantas pessoas optaram por ser cristãos, hindus, muçulmanos, jainistas - elas não querem liberdade, querem fórmulas fixas.

        Um homem estava morrendo - de repente, num acidente de estrada. Ninguém sabia que ele era judeu, então chamaram um padre, um padre católico. Ele se curvou bem próximo ao homem- e o homem estava morrendo, nos últimos estertores da morte - e disse:

    "Você acredita na Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo e em seu filho Jesus?"

    "Veja só!" - respondeu o homem, abrindo os olhos - "Eu aqui morrendo e ele fazendo charadas!"


         Quando a morte bater à sua porta, todas as certezas serão simplesmente charadas e tolices. Não se apegue a nenhuma certeza. A vida é incerteza - sua própria natureza é incerta. E um homem inteligente nunca tem certeza de nada.

        A própria disposição para permanecer na incerteza é coragem. A própria disposição para ficar na incerteza é confiança. A pessoa inteligente é aquela que está sempre alerta, não importa a situação - e a enfrenta com todo seu coração. Não que ela saiba o que vai acontecer, não que ela saiba, "Faça isso e acontecerá aquilo." A vida não é uma ciência; não é uma cadeia de causas e efeitos. Aqueça a água a cem graus e ela evapora - isso é uma certeza. Mas na vida real, nada é certo como isso.

        Cada pessoa é uma liberdade, uma liberdade desconhecida. É impossível predizer, impossível fazer conjecturas. É preciso viver na consciência e no entendimento.

        Você vem até mim em busca de conhecimento; quer fórmulas prontas para que possa se agarrar a elas. Eu não dou nenhuma. Na verdade, se você tiver alguma, eu a tiro de você! Pouco a pouco, destruo sua certeza; pouco a pouco, faço com que você fique cada vez mais hesitante; pouco a pouco deixo-o cada vez mais inseguro. Essa é a única coisa que tem de ser feita. Essa é a única coisa que um Mestre precisa fazer! - deixá-lo em total liberdade. Em total liberdade, com todas as possibilidades em aberto, com nada pré-fixado... você terá que ficar consciente - não existe outra possibilidade.

        Isso é o que eu chamo de entendimento. Se você entender isso, a insegurança passa a ser uma parte intrínseca da vida - e é bom que seja assim, porque faz da vida uma liberdade, faz da vida uma contínua surpresa. Nunca se sabe o que vai acontecer. Isso faz com que você viva em constante assombro. Não chame de incerteza - chame de assombro. Não chame de insegurança - chame de liberdade.

OSHO, Coragem - o prazer de viver perigosamente 


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Pseudo Blues

Marina Lima

Dentro de cada um
Tem mais mistérios do que pensa o outro
Uma louca paixão avassala a alma o mais que pode
O certo é incerto, o incerto é uma estrada reta
De vez em quando acerto, depois tropeço no meio da linha

Tem essa mágica
O dia nasce todo dia
Resta uma dúvida
O sol só vem de vez em quando
O certo é incerto, o incerto é uma estrada reta
De vez em quando acerto
Depois tropeço no meio da linha


O Chamado

Marina Lima

Vou seguir o chamado
E onde é que vai dar, onde é que vai dar?
Não sei...

Arriscar ser derrotado
Por mentiras que vão
Mentiras que vêm punir

Um coração cansado de sofrer
E de amar até o fim
Acho que vou desistir

Céu abriga o recado
Que é pra eu me guardar
Mudanças estão por vir

Esperar ser proclamado
O grande final,
O grande final feliz!

Que tal aquele brinde que faltou?
Será que teria sido assim?
Acho que vou resistir

Que tal aquele brinde que faltou?
Será que teria sido assim?
Acho que vou resistir...
Onde é que vai dar?
Onde é que vai dar?



"A única maneira de voce descrever verdadeiramente o ser humano é através de suas ímperfeiçaoes.O ser humano perfeito é desinteressante.As imperfeiçoes da vida é que sao apreciaveis.Por essa razao que algumas pessoas tem deficuldades de amar a Deus;nele nao há imperfeiçao alguma .Voce pode sentir reverencia,mas isso nao é amor".

"Cabe ao homem achar dez verdades durante o dia .De outro modo,ele buscará verdades também durante a noite,pois sua alma ainda estará com fome". 

"Tolerar a existencia do outro,e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco.Quando se tolera,apenas se concede,e essa nao é uma relaçao de igualdade,mas de superioridade de um sobre o outro.Deveríamos criar uma relaçao entre as pessoas da qual estivessem excluídas a tolerancia ea intolerancia"



o chamado


 Pseudo Blues


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domingo, 10 de fevereiro de 2013

AS VISOES DE SAO JOAO EVANGELISTA




São João Evangelista


São João Evangelista (6-103) foi um dos doze apóstolos de Cristo. O mais jovem deles. Junto com seu irmão Thiago, foi convidado a seguir Jesus em suas peregrinações. É o autor do quarto e último Evangelho Canônico, pertencente ao Novo Testamento, o "Evangelho segundo João". Escreveu a primeira, a segunda e a terceira Epístola de João. Foi o "discípulo amado" de Jesus. Foi o único apóstolo que acompanhou Cristo até a sua morte. O Evangelho de João menciona que antes de Jesus morrer, confiou Maria aos seus cuidados. Arqueólogos encontraram no Egito, fragmentos de um papiro, em grego, que pertence ao Evangelho de João. A maior parte do Evangelho relata a vida de Jesus até a sua morte.
São João Evangelista (6-103) nasceu em Batsaida na Galileia. Filho do pescador Zebedeu e de Maria Salomé, uma das mulheres que auxiliaram os discípulos de Jesus . João e seu irmão mais velho Tiago, foram convidados a seguir Jesus, logo depois dos apóstolos Pedro e André.
João, Thiago, Pedro e André, foram os quatro privilegiados que participaram do círculo mais íntimo de Jesus. Presenciaram a ressurreição da filha de Jairo e a angústia de Jesus no Jardim das Oliveiras. João e Thiago foram os únicos apóstolos que receberam de Cristo a autorização para sentar à direita e o outro à esquerda durante a última Ceia. Jesus disse "do cálice que eu beber, vos bebereis".
São João Evangelista em sua peregrinação esteve em Antioquia, por ocasião do Concílio dos Apóstolos. E após as perseguições sofridas em Jerusalém, transferiu-se com Pedro para a Samaria, onde desenvolveu uma intensa evangelização. Mudou-se para Éfeso, onde dirigiu muitas Igrejas e foi em Éfeso que escreveu o quarto Evangelho, o último dos Evangelhos Canônicos. Escreveu também as Epístolas, três cartas com mensagens sobre a vida eterna e a vida da comunhão com Deus através da fé em Cristo.
De acordo com os Atos dos Apóstolos, o quinto livro do Novo Testamento, quando João acompanhou Pedro na catequese dos samaritanos, foi convencido por Paulo a desistir da imposição de práticas judaicas aos neófitos cristãos. Durante o governo de Domiciano foi exilado na ilha de Patmos, no mar Egeu, onde escreveu o Livro do Apocalipse ou Revelação, que é o último livro da Bíblia, onde narrou as suas visões e descreveu mistérios, predizendo as tribulações da Igreja e o seu triunfo final.
O seu evangelho difere dos outros três que são chamados sinóticos ou semelhantes, pois a sua narrativa enfoca mais o aspecto espiritual de Jesus, ou seja, a vida e a obra do Mestre com base no mistério da encarnação.
Os primeiros fragmentos do quarto Evangelho foram encontrados em papiros no Egito, e muitos estudiosos acreditam que João tenha visitado essa região. Aparece representado por Michelangelo na cúpula da Basílica São Pedro, em Roma. Morreu em 103, na cidade de Éfeso, onde foi sepultado.




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sábado, 30 de abril de 2011

OLHOS DO CRISTO OPALINO

"Seus olhos eram eternamente maravilhoso;enquanto eu os fitava,eles se alternava infinitamente.
A cada mudança divina em suas expressão,eu compreendia intuitivamente a sabedoria que eles trasnmitiam.
Em seu olhar glorioso,senti o poder que sustém miríades de mundos."

terça-feira, 26 de abril de 2011

OS OLHOS CINTILANTES DE SRI YUKTESWARJÍ




Perfeitamente como está sentado Sri Yukteswarjí em meditação,foi como o vi em minhas visões.
Sentado em cima de um muro como se fosse uma estatua todo em cinza cor de muro rustico,em estilo indiano,fazendo parte daquela gêografia .
Foi como ele se apresentou a min.Extático,etéreo,imovel,não me apercebi que ele estava ali.
pois achava que era um monumento ornador do muro(no formato indiano).
Por tráz estava a lua cheia enorme,prateada,linda,enigmatica;que chamou a minha atênção mais doque a imagem  do guru em formato de pedra sobre o muro.obs*(nesta época não tinha me conectado ao senhor Sri Yukteswarjí,pois minha atênção estava voltada para o mestre Paramahansa Yogananda.tendo dificuldades de identifica-lo) ou seja nao tinha conhecimento dele ainda...
Para meu espanto!de repente; o mestre na forma de estátua começou a abrir os olhos,fiquei em pavorosa!
Luzes radiantes saiam de seus olhos!nada ameaçador!todo o medo havia se esvaido; pois o mestre quis se mostrar em sua glória fulgurante.
Eram luzes tranquilizadoras.,
Fiquei com a coluna vertebral como se estivessem sendo refrigeradas um gelado gostoso,uma senssação de Paz & Harmonia interior.
Foi o contato mais emocionante de minha vida.
                                                       JAI GURU OM!!!