Pureza espiritual é um conceito
amplo que pode ser definido como uma opção de vida ou de conduta ética,
moral, espiritual, social, sexual, gastronômica, humana. Para o Cristianismo a pureza é referida como uma necessidade para a realização plena de uma vida em comunhão com Deus. Várias são as passagens da Bíblia
que recorrem à idéia de pureza, seja do coração, das intenções, dos
pensamentos, da vida em sociedade. Herança direta da educação asceta orientada pelos essênios a Cristo, durante os anos de iniciação espiritual do Messias.
Passagens da Bíblia:
Em Salmos 24:3-4: Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem
estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração;
que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.
Em Tito 1:15: Tudo é puro para os que são puros, mas para
os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a
sua consciência estão contaminadas.
Na filosofia grega pré-socrática, Parmênides, um dos fundadores da Escola eleática,
foi o primeiro a enunciar a necessidade de princípios intelectuais
puros na condução do pensamento e do poder mental, imprescindíveis para a
interação com o Uno ou Imóvel ou O Ser; Sócrates, com a busca por um ascetismo intelectual e pela enunciação do Conhece-te a ti mesmo, conhece a tua Alma. Platão herdou de seu mestre Sócrates o conceito de Verdade
e sobre ele elaborou uma filosofia idealista alicerçada na conduta
ética da sociedade, a qual, governada por filósofos, seria por ela
orientada e com isso o Bem seria atingido em detrimento das Trevas, metaforizada no mito da caverna, segundo o qual a condição humana é de obscuridade. O estoicismohelenístico pregava uma vida asceta ou estoica, caracterizada pela interiorização e relação íntima com os ditames da Natureza ou Divindade, livre de paixões, desejos, ansiedades pessoais. O Budismo aproxima-se desse conceito quando critica o personalismo das ações humanas ou o Ego agente, que estariam na raiz do karma; igualmente o Nirvana é um estado de pureza espiritual, ocasionado pelas práticas ascéticas e pela meditação.
Eu fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar, e cantar, e cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz.
Ah, meu Deus! Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!
E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão?
Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo,
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo,
Há quem fale que é um divino mistério profundo,
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor.
Você diz que é luta e prazer,
Ele diz que a vida é viver,
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer.
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé,
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser,
Sempre desejada por mais que esteja errada,
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte,
E a pergunta roda, e a cabeça agita.
Fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
É a vida! É bonita e é bonita! (Gonzaguinha- Música O que é, o que é?) ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Guru é aquele que nao interfere dirétamente nas causas.
Ele sempre estar por perto para o auxilio precioso.
Discretamente,sutilmente sem fazer alarde.
Ele nunca obriga alguém a fazer alguma coisa.
O Guru nao desiste nunca de ajudar os mais nessecitado.
Ele gosta da pureza provinda do coraçao.
cena do filme a princesinha,em que a menina se liberta dos sentimentos de inveja,despeito e arrogancia.derrubando o orgulho. indo de encontro a princesinha,num gesto de humildade e pureza investe em um abraço fraternal com isso selando todo sentimento negativo,e dando espaço para a felicidade pura e verdadeira.
Se um homem se isola do mundo para adorar a Deus, não deve pensar que
aqueles que ali vivem e agem não estão adorando a Deus. Nem os que
vivem no mundo dedicados às suas esposas e filhos devem pensar que os
que o abandonaram sejam desprezíveis e vagabundos. Cada um é grande em
seu meio. Ilustrarei este pensamento com um conto.
Certo rei costumava formular esta pergunta aos sannyiasins que chegavam ao seu país: “Qual é o homem de maior mérito: o que abandona o mundo e se torna sannyasin
ou o que vive no mundo e cumpre os seus deveres de chefe de família?”
Muitos sábios tinham pensado em resolver este problema. Uns asseguravam
que o sannyasin era o de maior mérito; porém o rei lhe pedia
que provassem esta afirmação.
Quando não conseguiam fazê-lo,
ordenava-lhes a se tornarem chefes de família.
Outros diziam: “O chefe
de família que cumpre seus deveres, é o homem meritório por excelência”.
Ao que o rei respondia pedindo provas. Quando não podiam dar-lhes,
ordenava-lhes que fossem chefes de família.
Chegou por último um jovem sannyasin a quem o rei dirigiu a
mesma pergunta. “Cada um, oh! rei, é grande em seu próprio meio”.
Prova-o, disse o rei. “Provar-vos-ei”, respondeu o sannyasin, “porém primeiro deveis vir viver comigo durante alguns dias para que eu possa prová-lo”. O rei consentiu e seguiu o sannyasin
fora de seu território. Atravessaram muitos países, até chegarem a um
grande reino em cuja capital se realizava uma solene cerimonia. O rei e o
sannyasin ouviram o ruído dos tambores e das músicas, e também dos discursos;
O povo estava reunido nas ruas enfeitadas de flores. O rei e o sannyasin
pararam para ver e ouvir o que se passava. O pregador proclamava em
alta voz que a princesa, filha do rei daquele país, estava ali para
escolher esposo entre os que aparecessem diante dela.
Era um antigo costume da Índia que as damas escolhessem esposo desta
maneira; cada uma tinha uma ideia sobre a classe de homem que ela
desejava para marido: umas preferiam o mais rico, e assim
sucessivamente. Os príncipes dos países vizinhos se apresentavam ante
ela com suas mais luxuosas vestes. As vezes também se serviam de
pregadores que apregoavam suas qualidades e as razões que os levavam a
alimentar a esperança de ser os preferidos.
A princesa era conduzida em
seu trono de um lado a outro, com grande pompa. Olhava os admiradores,
ouvia suas declarações e se não lhe agradavam, dizia: “Adiante”,
esquecendo-se por completo dos pretendentes desprezados. Se, pelo
contrário, algum lhe agradava, atirava sobre ele uma coroa de flores, e
casavam-se. A princesa do país no qual o nosso rei e sannyasin tinham
chegado, celebrava uma dessas interessantes cerimonias.
Era a princesa
mais bela do mundo, e seu esposo governaria seu reino depois da morte de
seu pai. O gosto da princesa era casar-se com o mais formoso, porém não
encontrava nenhum que a agradasse. Várias vezes já esta cerimônia havia
se realizado, porém a princesa não escolhera o esposo. Esta reunião era
a mais bela de todas, e a mais concorrida. A princesa surgiu em seu
trono, conduzida pelos seus cortesãos. Parecia não olhar para ninguém, e
todos começaram a ficar descontentes. Neste momento chegou um jovem, um
sannyasin, belo como o sol descendo à terra, e colocou-se num recanto para observar o que estava acontecendo.
O trono com a princesa foi levado até ele, e logo que ela o viu, parou e atirou-lhe a grinalda sobre o peito.
O jovem sannyasin devolveu-a, dizendo: “Que absurdo é este? Eu sou um sannyasin.
A mim que me importa o matrimônio?” O rei pensou que aquele homem fosse
pobre e por esse motivo não se atrevia a casar-se com a princesa, e
então lhe disse: “Com minha filha te entrego metade do meu reino agora, e
o resto depois de minha morte, e pôs novamente a grinalda na cabeça do sannyasin.
O jovem a devolveu de novo, dizendo: “É, um absurdo. Não preciso
casar-me”.
E seguiu rapidamente o seu caminho. Mas a princesa, que se
tinha enamorado profundamente daquele jovem, disse:
“Se não me casar com
ele, morrerei”, e foi-lhe ao encalço. Então o nosso sannyasin disse ao rei: “Rei, sigamos este par”, e caminharam atrás dele uma distância regular.
O jovem sannyasin
que havia recusado casar-se, internou-se mato a dentro algumas milhas.
Chegou então a um bosque, onde penetrou seguido da princesa, e ambos,
por sua vez, eram seguidos pelos outros dois personagens. Mas o cobiçado
sannyasin conhecia muito bem o bosque com suas intrincadas
sendas, de modo que logo desapareceu, sem que a princesa pudesse
descobri-lo.
Depois de procurá-lo em vão, durante muito tempo, sentou-se
sob uma árvore e começou a chorar, pois não sabia como sair do bosque.
Neste momento nosso rei e o sannyasin se aproximaram e lhe
disseram: “Não choreis; ensinar-vos-emos o caminho para sair daqui,
porém a esta hora já está muito escuro. Ali está uma árvore frondosa,
descansemos sob sua copa, que pela manhã partiremos cedo e vos
mostraremos o caminho”. Naquela árvore morava um passarinho com sua companheira e seus
filhinhos. O passarinho olhou para baixo, e ao ver os estrangeiros,
disse à sua esposa: “Que faremos, querida? Há três hóspedes em casa; faz
frio e não temos fogo”. Começou a voar e conseguiu um pequeno tição de
fogo; levou-o no bico e deixou-o cair entre os hóspedes que lhe
ajuntaram lenha e puderam acender bom fogo. Porém o passarinho não
estava satisfeito. De novo disse à sua esposa: “Que faremos, querida?
Estas pessoas têm fome e não temos alimentos. Somos donos da casa; nosso
dever é dar alimento a todos os que chegam à nossa porta. Devo fazer o
que possa, e lhes darei meu corpo”. Dito isto, lançou-se em meio do fogo
e pereceu. Os hóspedes o viram cair e trataram de salvá-lo, porém não
houve tempo. A companheira do passarinho viu o que seu esposo havia feito e disse:
“Aqui há três pessoas, e elas só têm um pássaro para comer. Não é
bastante; meu dever, como esposa, é não deixar que tenham sido vãos os
esforços de meu esposo. Que os hóspedes disponham de meu corpo também!” E
atirou-se à chama, que a queimou. Então os três filhotinhos, ao verem que ainda não era suficiente o
alimento para os três hóspedes, disseram: “Nossos pais fizeram o que
puderam e todavia não basta. Nosso dever é continuar sua obra. Que vão
nossos corpos também!” E se atiraram igualmente ao fogo
Assombrados com o que viram, os personagens não puderam, como é
lógico, comer aqueles pássaros. Passaram a noite sem comer, e de manhã o
rei e o sannyasin indicaram o caminho à princesa, que regressou para a casa de seu pai.
Então o sannyasin disse ao rei: “Rei, vistes como cada um é
grande em seu próprio meio. Se quiserdes viver no mundo, vivei como
aqueles pássaros, disposto a qualquer momento a vos sacrificardes pelos
outros. Se quiserdes renunciar a ele, sede como aquele jovem, para quem a
mais formosa mulher e um reino nada significaram. Se quiserdes ser um
chefe de família, fazei com que vossa vida seja um sacrifício pelos
demais. Se escolherdes a vida da renúncia, não olheis a beleza nem o
dinheiro, nem o poder. Cada um é grande em seu próprio meio; porém o
dever de um não é o dever do outro”.
Não chame de incerteza - chame de assombro.
Não chame de insegurança - chame de liberdade .
Não estou aqui para lhe dar algum dogma - o dogma faz com que você
tenha certeza. Não estou aqui para dar a você nenhuma promessa
para o futuro - nenhuma promessa para o futuro transmite segurança.
Estou aqui simplesmente para deixá-lo alerta e consciente - isto é,
para ficar aqui agora, com toda incerteza que existe na vida.
Sei que você veio em busca de certeza, de alguma doutrina, algum "ismo",
algum lugar ao qual pertencer, alguém em quem confiar. Você está
aqui por causa do medo que sente. Está procurando uma espécie
de PRISÃO BONITA - de forma que possa viver sem nenhuma consciência.
Eu gostaria de fazer com que você se sentisse ainda mais inseguro,
mais incerto - porque é assim que a vida é, é assim que
Deus é. Quando há mais insegurança e mais perigo, o único
jeito de reagir a isso é apelar para a consciência.
São duas as possibilidades. Ou você fecha os olhos e passa
a ser dogmático, vira cristão, hindu ou mulçumano...
e aí fica como se fosse um avestruz. Isso não muda a vida; é
simplesmente fechar os olhos. Simplesmente faz de você um estúpido,
alguém sem inteligência. E nessa sua falta de inteligência,
você se sente seguro - todo idiota se sente seguro. Na verdade, só
os idiotas se sentem seguros. O homem que está verdadeiramente vivo
sempre se sentirá inseguro. Que segurança pode existir?
A vida não é um processo mecânico; não pode ser
predeterminada. Ela é um mistério imprevisível. Ninguém
sabe o que acontecerá em seguida. Nem Deus, que você acha que
mora em algum lugar no sétimo céu; nem mesmo ele - se estiver
lá -, nem ele sabe o que vai acontecer!...porque, se ele sabe o vai
acontecer, então a vida é só tapeação,
tudo é escrito de antemão, é determinado de antemão.
Como ele pode saber o que vai acontecer se o futuro está em aberto?
Se Deus sabe o que vai acontecer daqui a pouco, então a vida é
só um processo mecânico, morto. Então não existe
liberdade, e como pode existir vida sem liberdade?
Então não há possibilidade de crescer ou não
crescer. Se tudo é predestinado, não existe glória nem
grandeza. Você é apenas um robô.
Não, nada é seguro. Essa é a minha mensagem. Nada pode
ser seguro, porque uma vida segura seria pior do que a morte. Nada é
certo. A vida é cheia de incertezas, cheia de surpresas - é
aí que está a beleza dela! Você nunca chegará ao
ponto em que poderá dizer, "Agora estou certo disso." Quando
disser que está certo de alguma coisa, estará simplesmente declarando
a própria morte; terá se suicidado.
A vida continua em marcha, com mil e uma incertezas. É aí que
está a liberdade dela. Não chame a isso de insegurança.
Eu posso entender por que a mente chama a liberdade de "insegurança"...Você
já ficou preso numa cela por alguns meses ou anos? Se já ficou
numa cela por alguns anos, você sabe que, no dia de ser solto, o prisioneiro
começa a sentir uma incerteza quanto ao futuro. Tudo era garantido
na cela; tudo não passava de pura rotina. Ele tinha comida,
tinha proteção, não tinha medo de ficar com fome no dia
seguinte e de não haver comida - nada disso, tudo era certo. Agora,
de repente, depois de muitos anos, o carcereiro vem e diz: "Agora você
vai ser solto." Ele começa a tremer. Fora dos muros da prisão,
mais uma vez haverá incertezas; mais uma vez ele terá que buscar,
procurar; mais uma vez terá que viver em liberdade.
A liberdade dá medo. As pessoas falam sobre a liberdade, mas elas
têm medo. E um homem não é homem ainda se ele tem medo
da liberdade. Dou a vocês liberdade: não dou segurança.
Dou a vocês entendimento; não dou conhecimento. O conhecimento
lhes traz certezas. Se posso dar a você a fórmula, uma fórmula
pronta, de que existe um Deus, existe um Espírito Santo e existe um
único filho bem-amado, Jesus; existe um inferno e um céu e existem
as boas ações e as más ações; cometa um
pecado e você irá para o inferno, pratique o que eu chamo de
atos virtuosos e você irá para o céu - acabou!-, então
você tem certezas. É por isso que tantas pessoas optaram por
ser cristãos, hindus, muçulmanos, jainistas - elas não
querem liberdade, querem fórmulas fixas.
Um homem estava morrendo - de repente, num acidente de estrada. Ninguém
sabia que ele era judeu, então chamaram um padre, um padre católico.
Ele se curvou bem próximo ao homem- e o homem estava morrendo, nos
últimos estertores da morte - e disse:
"Você acredita na Trindade do Pai, do Filho e do Espírito
Santo e em seu filho Jesus?"
"Veja só!" - respondeu o homem, abrindo os olhos - "Eu
aqui morrendo e ele fazendo charadas!"
Quando a morte bater à sua porta, todas as certezas serão simplesmente
charadas e tolices. Não se apegue a nenhuma certeza. A vida é
incerteza - sua própria natureza é incerta. E um homem inteligente
nunca tem certeza de nada.
A própria disposição para permanecer na incerteza é
coragem. A própria disposição para ficar na incerteza
é confiança. A pessoa inteligente é aquela que está
sempre alerta, não importa a situação - e a enfrenta
com todo seu coração. Não que ela saiba o que vai acontecer,
não que ela saiba, "Faça isso e acontecerá aquilo."
A vida não é uma ciência; não é uma cadeia
de causas e efeitos. Aqueça a água a cem graus e ela evapora
- isso é uma certeza. Mas na vida real, nada é certo como isso.
Cada pessoa é uma liberdade, uma liberdade desconhecida. É
impossível predizer, impossível fazer conjecturas. É
preciso viver na consciência e no entendimento.
Você vem até mim em busca de conhecimento; quer fórmulas
prontas para que possa se agarrar a elas. Eu não dou nenhuma. Na verdade,
se você tiver alguma, eu a tiro de você! Pouco a pouco, destruo
sua certeza; pouco a pouco, faço com que você fique cada vez
mais hesitante; pouco a pouco deixo-o cada vez mais inseguro. Essa é
a única coisa que tem de ser feita. Essa é a única coisa
que um Mestre precisa fazer! - deixá-lo em total liberdade. Em total
liberdade, com todas as possibilidades em aberto, com nada pré-fixado...
você terá que ficar consciente - não existe outra possibilidade.
Isso é o que eu chamo de entendimento. Se você entender isso,
a insegurança passa a ser uma parte intrínseca da vida - e é
bom que seja assim, porque faz da vida uma liberdade, faz da vida uma contínua
surpresa. Nunca se sabe o que vai acontecer. Isso faz com que você viva
em constante assombro. Não chame de incerteza - chame de assombro.
Não chame de insegurança - chame de liberdade.
OSHO, Coragem - o prazer de viver perigosamente
Pseudo Blues
Marina Lima
Dentro de cada um
Tem mais mistérios do que pensa o outro
Uma louca paixão avassala a alma o mais que pode
O certo é incerto, o incerto é uma estrada reta
De vez em quando acerto, depois tropeço no meio da linha Tem essa mágica
O dia nasce todo dia
Resta uma dúvida
O sol só vem de vez em quando
O certo é incerto, o incerto é uma estrada reta
De vez em quando acerto
Depois tropeço no meio da linha
O Chamado
Marina Lima
Vou seguir o chamado
E onde é que vai dar, onde é que vai dar?
Não sei... Arriscar ser derrotado
Por mentiras que vão
Mentiras que vêm punir Um coração cansado de sofrer
E de amar até o fim
Acho que vou desistir Céu abriga o recado
Que é pra eu me guardar
Mudanças estão por vir Esperar ser proclamado
O grande final,
O grande final feliz! Que tal aquele brinde que faltou?
Será que teria sido assim?
Acho que vou resistir Que tal aquele brinde que faltou?
Será que teria sido assim?
Acho que vou resistir...
Onde é que vai dar?
Onde é que vai dar?
"A única maneira de voce descrever verdadeiramente o ser humano é através de suas ímperfeiçaoes.O ser humano perfeito é desinteressante.As imperfeiçoes da vida é que sao apreciaveis.Por essa razao que algumas pessoas tem deficuldades de amar a Deus;nele nao há imperfeiçao alguma .Voce pode sentir reverencia,mas isso nao é amor".
"Cabe ao homem achar dez verdades durante o dia .De outro modo,ele buscará verdades também durante a noite,pois sua alma ainda estará com fome".
"Tolerar a existencia do outro,e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco.Quando se tolera,apenas se concede,e essa nao é uma relaçao de igualdade,mas de superioridade de um sobre o outro.Deveríamos criar uma relaçao entre as pessoas da qual estivessem excluídas a tolerancia ea intolerancia"
São João Evangelista (6-103) foi um dos doze apóstolos de Cristo. O
mais jovem deles. Junto com seu irmão Thiago, foi convidado a seguir
Jesus em suas peregrinações. É o autor do quarto e último Evangelho
Canônico, pertencente ao Novo Testamento, o "Evangelho segundo João".
Escreveu a primeira, a segunda e a terceira Epístola de João. Foi o
"discípulo amado" de Jesus. Foi o único apóstolo que acompanhou Cristo
até a sua morte. O Evangelho de João menciona que antes de Jesus morrer,
confiou Maria aos seus cuidados. Arqueólogos encontraram no Egito,
fragmentos de um papiro, em grego, que pertence ao Evangelho de João. A
maior parte do Evangelho relata a vida de Jesus até a sua morte.
São João Evangelista (6-103) nasceu em Batsaida na Galileia. Filho do
pescador Zebedeu e de Maria Salomé, uma das mulheres que auxiliaram os
discípulos de Jesus . João e seu irmão mais velho Tiago, foram
convidados a seguir Jesus, logo depois dos apóstolos Pedro e André.
João, Thiago, Pedro e André, foram os quatro privilegiados que
participaram do círculo mais íntimo de Jesus. Presenciaram a
ressurreição da filha de Jairo e a angústia de Jesus no Jardim das
Oliveiras. João e Thiago foram os únicos apóstolos que receberam de
Cristo a autorização para sentar à direita e o outro à esquerda durante a
última Ceia. Jesus disse "do cálice que eu beber, vos bebereis".
São João Evangelista em sua peregrinação esteve em Antioquia, por
ocasião do Concílio dos Apóstolos. E após as perseguições sofridas em
Jerusalém, transferiu-se com Pedro para a Samaria, onde desenvolveu uma
intensa evangelização. Mudou-se para Éfeso, onde dirigiu muitas Igrejas e
foi em Éfeso que escreveu o quarto Evangelho, o último dos Evangelhos
Canônicos. Escreveu também as Epístolas, três cartas com mensagens sobre
a vida eterna e a vida da comunhão com Deus através da fé em Cristo.
De acordo com os Atos dos Apóstolos, o quinto livro do Novo Testamento,
quando João acompanhou Pedro na catequese dos samaritanos, foi
convencido por Paulo a desistir da imposição de práticas judaicas aos
neófitos cristãos. Durante o governo de Domiciano foi exilado na ilha de
Patmos, no mar Egeu, onde escreveu o Livro do Apocalipse ou Revelação,
que é o último livro da Bíblia, onde narrou as suas visões e descreveu
mistérios, predizendo as tribulações da Igreja e o seu triunfo final.
O seu evangelho difere dos outros três que são chamados sinóticos ou
semelhantes, pois a sua narrativa enfoca mais o aspecto espiritual de
Jesus, ou seja, a vida e a obra do Mestre com base no mistério da
encarnação.
Os primeiros fragmentos do quarto Evangelho foram encontrados em papiros
no Egito, e muitos estudiosos acreditam que João tenha visitado essa
região. Aparece representado por Michelangelo na cúpula da Basílica São
Pedro, em Roma. Morreu em 103, na cidade de Éfeso, onde foi sepultado.
Perfeitamente como está sentado Sri Yukteswarjí em meditação,foi como o vi em minhas visões. Sentado em cima de um muro como se fosse uma estatua todo em cinza cor de muro rustico,em estilo indiano,fazendo parte daquela gêografia . Foi como ele se apresentou a min.Extático,etéreo,imovel,não me apercebi que ele estava ali. pois achava que era um monumento ornador do muro(no formato indiano). Por tráz estava a lua cheia enorme,prateada,linda,enigmatica;que chamou a minha atênção mais doque a imagem do guru em formato de pedra sobre o muro.obs*(nesta época não tinha me conectado ao senhor Sri Yukteswarjí,pois minha atênção estava voltada para o mestre Paramahansa Yogananda.tendo dificuldades de identifica-lo) ou seja nao tinha conhecimento dele ainda...
Para meu espanto!de repente; o mestre na forma de estátua começou a abrir os olhos,fiquei em pavorosa! Luzes radiantes saiam de seus olhos!nada ameaçador!todo o medo havia se esvaido; pois o mestre quis se mostrar em sua glória fulgurante. Eram luzes tranquilizadoras., Fiquei com a coluna vertebral como se estivessem sendo refrigeradas um gelado gostoso,uma senssação de Paz & Harmonia interior. Foi o contato mais emocionante de minha vida. JAI GURU OM!!!